Meus caros:
Grandes Caçadas e Pescarias fazem-se cada vez mais no prato, porque os recursos venatórios estão a ficar rarefeitos.
Aos pescadores: não se esqueçam que o limite mínimo imposto por lei, na pesca à truta, é de 19 cm...
Saudações...
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Ambientalistas e vigilantes criticam proposta de lei
Os guardas e vigilantes da Natureza exigem meios para actuar na prevenção e primeira intervenção de fogos florestais.
Num apelo enviado aos órgãos de soberania, a Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza critica o facto daqueles profissionais estarem sem meios para exercer a sua profissão. E interroga se a nova Lei da Caça pretende fazer dos vigilantes da Natureza "guias turísticos". "Queremos ser ouvidos, queremos trabalhar numa profissão que amamos", exortam, em comunicado.
Por seu turno, a associação ambientalista Quercus alertou para o risco de o Ministério do Ambiente perder competências "fundamentais" nas áreas protegidas, segundo a proposta de revisão da Lei da Caça que está ainda a ser negociada.
Essa proposta de revisão (dos decretos-lei 227-B/2000 e 338/2001) "retira a obrigatoriedade de pareceres favoráveis, vinculativos, ao Instituto da Conservação da Natureza" (ICN), tutelado pelo Ministério do Ambiente, "transformando-os em pareceres simples, não vinculativos", sublinhou a associação ambientalista.
O Ministério do Ambiente recusou-se a comentar essa proposta de revisão, alegando que o projecto ainda está em negociação.
Fonte do gabinete do ministro do Ambiente, citada pela agência Lusa, disse que "o projecto ainda está em negociação" e que o Ministério "não se pronunciará publicamente enquanto não estiver concluído".
Contactada pela Lusa, fonte do Ministério da Agricultura, responsável pela proposta de revisão, disse que é ainda cedo para afirmar que o Ministério do Ambiente vai perder competências nas áreas protegidas.
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