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Politica

March 14 2003 at 2:04 PM
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Anonymous  (no login)

 
Que politicas seguimos ?

 
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Re: Politica

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May 17 2003, 1:55 AM 

Como é possivel que a Fatima se temha marchado?
Amigos? Conhecimentos? ...............

 
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J.X.
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Re: Politica

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June 14 2003, 2:49 AM 

Hoje num jornal diario da Holanda o
correspondente escreve que os socilistas dizem
que e uma jogada politica para degrenir a imagem da esquerda esta coisa da pedofilia.
Pensam que sim? Que podera deviar as atencoes para outros quadrantes, ok mas que todas estas detencoes sejam um pouco fogo de vista parece-me um pouco forte.
Aguardemoso tempo nos dira........

 
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Roberto
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Re: Politica

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July 13 2003, 6:54 PM 

Aviso importante

Tem-se verificado que muitas empresas estão a reter abusivamente o BI da
pessoa que as visita. (a pessoa para entrar na empresa para prestar um
serviço, é obrigada a deixar o BI na recepção.) Está situação, tem levado a
que apareçam situações em os dados do BI são copiados, sendo depois
falsificado um com esses dados e com nova foto. Depois são feitos pedidos
de

empréstimos que nunca são pagos. Devido a este facto, o estado lançou a
seguinte circular de aviso : Legislação relativa a Retenção de Bilhete de
Identidade. Circular 1/IGAP/2003 Na sequência de Recomendação de Sua
Excelência e Senhor Provedor de Justiça sobre o assunto em epígrafe e de
Despacho de Sua Excelência a Senhora Secretária de Estado da Administração

Pública de 17 de Fevereiro de 2003, transmite-se o seguinte:

1. A Lei de Identificação Civil em vigor estabelece que "a conferência
de identidade que se mostre necessária a qualquer entidade (...),
efectua-se no momento da exibição do bilhete de identidade, o qual é
imediatamente restituído após a conferência", esclarecendo ainda que "é
vedado a qualquer entidade pública ou privada reter ou conservar em seu
poder bilhete de identidade, salvo nos casos expressamente previstos na lei
ou mediante decisão de autoridade judiciária2".

2. É, assim, ilegal a retenção do bilhete de identidade na portaria de
serviços públicos, durante a permanência do visitante nas instalações e
como forma de controlar o seu acesso, ainda que autorizado pelo respectivo
titular.

3. De acordo com a mesma Lei de Identificação Civil, é punido com uma
coima quem, ilegitimamente, retiver ou conservar em seu poder bilhete de
identidade alheio.

4. Nestes termos, devem todos os serviços públicos fazer cessar a
prática de retenção ou conservação do bilhete de identidade nas respectivas
portarias, nos casos em que esta se verifique, e adoptar métodos
alternativos para o controlo de visitantes.



 
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J.X.
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É esta a qualidade dos nossos políticos......

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July 25 2003, 2:05 AM 

"Enquanto somos, diariamente, avassaladoramente avaliados, temos o direitode exigir que nos respeitem como titulares de órgãos que dão o seu melhor para o cumprimento dos seus mandatos", pediu recentemente os
portugueses o Presidente da República.
Mas como podem os portugueses ter respeito por alguns políticos quando lhes chegam quase diariamente exemplos que os levam a ter a atitude contrária?Como podem os portugueses respeitar os cerca de 30 deputados do PSD, CDS e PS que foram à borla ver a final da Taça UEFA e agora exigem que não lhe seja marcada falta, alegando, sem vergonha, que se deslocaram a Sevilha para assistir ao jogo do FC Porto em "trabalho político" e "em representação parlamentar"?
Não pode haver respeito pelo menos para estes deputados, para quem a sabedoria popular tem um nome certeiro: chicos-espertos.
Não foi a Assembleia da República (AR) nem nenhum grupo parlamentar que foram convidados para ir a Sevilha. Foram cidadãos que, por serem adeptos do
clube das Antas ou por qualquer outra razão, o FC Porto decidiu incluir na lista de convidados.
E quando alguns deputados dizem que o Parlamento "seria criticado" se não estivesse presente naquele acontecimento "tão importante para a afirmação de Portugal", só podem estar brincar.
Se os deputados futeboleiros tiverem falta justificada pela excursão a Sevilha, cada vez que o Presidente da República pedir respeito pelos políticos o povo desata a rir. A não ser que faltar ao dever para ir à bola
seja, como diz Jorge Sampaio, dar "o seu melhor para o cumprimento dos mandatos".

P.S. - PORTUGAL GANHOU RECENTEMENTE 21 MEDALHAS NO CAMPEONATO DA EUROPA PARA DEFICIENTES. QUANTOS DEPUTADOS LÁ FORAM OU MANIFESTARAM O DESEJO DE
LÁ IR EM REPRESENTAÇÃO DA AR? NENHUM. QUANTOS DEPUTADOS SE INTERESSAM PELA FALTA DE APOIOS A ESTES ATLETAS? PROVAVELMENTE, MUITO POUCOS. É QUE ESTES
CAMPEONATOS, AO CONTRÁRIO DE UM JOGO DE UM GRANDE CLUBE DE FUTEBOL, NÃO DÃO PARA OS CHICOS-ESPERTOS SE PAVONEAREM. E TAMBÉM NÃO HÁ CHARUTOS NEM "WHISKY"À BORLA.


 
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Anonymous
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História Universal

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October 20 2003, 2:53 PM 

Abraham Lincoln foi eleito para o congresso em 1846. John F.
Kennedy foi eleito para o congresso em 1946

Abraham Lincoln foi eleito Presidente em 1860.
John F. Kennedy foi eleito Presidente em 1960

Ambos estiveram muito empenhados em melhorar os direitos civis.
As esposas de ambos perderam filhos enquanto estavam na Casa Branca.

Ambos os Presidentes foram assassinados numa Quinta-feira.
Ambos foram alvejados na cabeça.

E só aqui é que se torna mais misterioso:
A secretária de Lincoln tinha de apelido Kennedy, e
a secretária de Kennedy tinha de apelido Lincoln.

Ambos foram assassinados por homens do sul dos E.U.A. e ambos
substituídos por homens do sul com o mesmo apelido:Johnson.

Andrew Johnson, que substituiu Lincoln, nasceu em 1808. Lyndon
Johnson, que substituiu Kennedy, nasceu em 1908

John Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839.
Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939.

Ambos usavam e eram conhecidos pelos seus 3 nomes, algo não muito
praticado na cultura norte- -americana.

A soma de todas as letras do nome de ambos te dará o mesmo número: 15.

E agora agarra-te à cadeira!!!

Lincoln foi assassinado dentro de um teatro de nome "Ford". Kennedy foi
assassinado num carro Ford modelo Lincoln.

Booth e Oswald foram assassinados antes de serem apresentados a julgamento.

E para terminar... e o fazer mais misterioso

Uma semana antes do seu assassinato, Lincoln esteve em Monroe, Maryland
e uma semana antes do seu assassinato, Kennedy esteve com Marilyn Monroe.

Arrepiado?!?!
Podes enviar esta nota histórica a todos os teus amigos, pois é nada mais
do que verdade... quiçá esta será a única lição de história que ninguém se
aborrecerá ao ler!!!



 
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Fernando Lopes
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Puto esperto!!!!!!!!

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February 3 2004, 9:55 PM 

No primeiro dia de aulas numa escola secundária dos E.U.A. a professora

> apresenta aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, do Japão.

>

> A aula começa e a professora pergunta: "Vamos ver quem conhece a

história

> americana. Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte'?"

>

> Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: "Patrick Henry em

> 1775 em Filadélfia".

>

> "Muito bem, Suzuki. E quem disse: 'O estado é o povo, e o povo não pode

> afundar-se'?" Suzuki levanta-se: "Abraham Lincoln em 1863 em Washington".

>

> A professora olha os alunos e diz: "Não têm vergonha? Suzuki é japonês e

> sabe mais sobre a história americana que vocês!"

>

> Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: "Vai tomar no cu, japonês

de

> merda!" "Quem foi?", grita a professora. Suzuki levanta a mão e sem

esperar,

> responde: "General McArthur em 1942 em Guadalcanal, e Lee Iacocca em 1982

na

> Assembleia Geral da Chrysler".

>

> A turma fica super silenciosa, apenas ouve-se do fundo da sala: "Acho

que

> vou vomitar". A professora grita: "Quem foi?" E Suzuki responde: "George

> Bush senior ao primeiro-ministro Tanaka durante um almoço, em Tokio, em

> 1991".

>

> Um dos alunos levanta-se e grita: "Chupa-me o car...!" E a professora

> irritada: "Acabou-se! Quem foi agora?" E Suzuki, sem hesitações: "Bill

> Clinton à Mónica Lewinsky, no Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em

> 1997."

>

> E outro aluno se levanta e grita: "Suzuki é um pedaço de merda!" E

Suzuki

> responde: "Valentino Rossi no Grande Prémio de Moto no Rio de Janeiro em

> 2002".

>

> A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o

> director que diz: "Que grande Merda, nunca vi uma confusão destas."

>

> Suzuki: "Manuel Durão Barroso à ministra de finanças Manuela Ferreira

> Leite na apresentação do orçamento de estado, em Lisboa, em 2003".
No primeiro dia de aulas numa escola secundária dos E.U.A. a professora apresenta aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, do Japão.
A aula começa e a professora pergunta: "Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte'?"
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: "Patrick Henry em 1775 em Filadélfia".

"Muito bem, Suzuki. E quem disse: 'O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se'?" Suzuki levanta-se: "Abraham Lincoln em 1863 em Washington".

A professora olha os alunos e diz: "Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!"

Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: "Vai tomar no cu, japonês de merda!" "Quem foi?", grita a professora. Suzuki levanta a mão e sem esperar,
responde: "General McArthur em 1942 em Guadalcanal, e Lee Iacocca em 1982 na Assembleia Geral da Chrysler".

A turma fica super silenciosa, apenas ouve-se do fundo da sala: "Acho que vou vomitar". A professora grita: "Quem foi?" E Suzuki responde: "George Bush senior ao primeiro-ministro Tanaka durante um almoço, em Tokio, em 1991".

Um dos alunos levanta-se e grita: "Chupa-me o car...!" E a professora irritada: "Acabou-se! Quem foi agora?" E Suzuki, sem hesitações: "Bill Clinton à Mónica Lewinsky, no Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997."

E outro aluno se levanta e grita: "Suzuki é um pedaço de merda!" E Suzuki responde: "Valentino Rossi no Grande Prémio de Moto no Rio de Janeiro em 2002".

A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o director que diz: "Que grande Merda, nunca vi uma confusão destas."
Suzuki: "Manuel Durão Barroso à ministra de finanças Manuela Ferreira Leite na apresentação do orçamento de estado, em Lisboa, em 2003".

 
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Hugo
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Sobre a visita de Jorge Sampaio à Noruega...que dizer dos Bárbaros

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March 5 2004, 8:45 PM 

Na Noruega, o horário de trabalho começa cedo (às 8 horas) e acaba cedo (às 15.30). As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos seus
dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um serão de televisão ou videojogos. Têm um ano de licença de maternidade e nunca
ouviram falar de despedimentos por gravidez.

A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao argumento, o
mais igualitário. Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh , nem em auto-estradas (só têm 200 quilómetros dessas «alavancas de progresso»), nem em Expos e Euros.

É tempo de os empresários portugueses constatarem que, na Noruega, a fuga ao fisco não é uma «vantagem competitiva». Ali, o cruzamento de dados
«devassa» as contas bancárias, as apólices de seguros, as propriedades móveis e imóveis e as «ofertas» de património a familiares que, em
Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e «confundem» os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica.

Mais do que os costumeiros «bons negócios», deviam os empresários portugueses pôr os olhos naquilo que a Noruega tem para nos ensinar. E, já agora, os políticos. Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país, afiança que os ministros não se medem pelas gravatas nem pela alta cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se
ofendem quando os tratam por tu.

Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos. Os
ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para
assuntos verdadeiramente importantes.

Mais: os noruegueses sabem que não se «projecta o nome do país» com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por
uma boa causa.

Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar aos seus
jogadores quatrocentos salários mínimos por mês para que estes joguem à bola.

Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do círculo
polar Árctico, deixava elogios rasgados à «social-democracia nórdica». Ao tempo para viver e à segurança social.

Ali, naquele país, também há patos-bravos. Mas para os vermos precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos escuros. Não clamam por messias nem por prebendas. Não se queixam do «excessivo peso do Estado», para depois exigirem isenções e subsídios.

É tempo de aprendermos que os bárbaros somos nós. Seria meio caminho andado para nos civilizarmos.

Porque é que eu gosto tanto de Portugal?

Ser masoquista é doença hereditária?

O "esta-se cagandismo " será mais uma doença hereditária?

Eu não tenho a culpa (dizemos todos), se calhar é mesmo hereditário. Ou então é da pouca produção.

 
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Guilhermina Costa
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Querem o poder para quê?

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June 21 2004, 1:34 PM 

No passado dia 7 do corrente mês, recebi um comunicado do Partido Socialista de Montalegre onde apelavam ao voto na sua lista candidata ao Parlamento Europeu.


Tal comunicado mereceu a minha especial atenção, pela quantidade (mais de cinquenta) e qualidade (na sua maioria doutores e engenheiros) dos autores do referido comunicado.
A quantidade de nomes no verso da missiva é impressionante se olharmos para o curto texto, pois quase poderíamos dizer que as palavras publicadas são menos que os seus autores.
Depois de fazer esta análise formal ao texto e passar à leitura do seu conteúdo fiquei desiludida.
Não passava de um texto descabido, sem lógica ou verdade, ridículo, no estilo a que já nos vêm habituando o Sr. Presidente da Câmara e a Comissão Politica do PS Montalegre: dizer não importa o quê, não importa se verdade ou mentira, desde que sirva para iludir a população deste concelho.
Qualquer agricultor deste concelho sabe porque é que o Governo ou a Comunidade Europeia não atribuem verbas ao Barroso para subsidiar a produção hortícola ou frutícola!
Quem iria receber esses subsídios? Quem são os produtores de fruta no concelho de Montalegre? Onde é que esta pode ser produzida?
Não quererão os ilustres signatários do comunicado do Partido Socialista de Montalegre criticar o Governo por não subsidiar a produção de bananas, aqui no concelho!?
Como podem ser tão ridículos?
Ouçam o que dizem - votem no partido socialista, é o único que pode mudar a politica do Governo.
Mudar para onde? Ainda há dois anos, estes socialistas que hoje pedem o nosso voto, abandonaram o Governo, demitiram-se a meio de um mandato, deixando o país um caos.
Porque não usaram os seis anos que estiveram no poder, mais os dois que o povo português lhes havia conferido, e eles não quiseram, para atribuírem subsídios à produção de fruta em Montalegre, regionalizar o PAC, desenvolver a economia, aumentar as reformas, etc.
O problema dos socialistas, em especial dos socialistas de Montalegre é que o actual Governo tem governado o País, e isso, eles não querem.
Em dois anos o Governo conseguiu equilibrar as contas do Estado, com muitos sacrifícios para a população, é certo, mas valeu o sacrifício. Hoje, o País reconquistou a confiança internacional que havia obtido com os Governos do Prof. Cavaco Silva e perdeu com o Governo do Eng.º António Guterres.
Lembram-se, de o Sr. Presidente da Câmara dizer, a meio do seu primeiro mandato, que se demitia se o Governo socialista não repara-se a estrada Braga / Chaves.
Pois é, o Sr. Presidente da Câmara estava a brincar connosco! Era só para os eleitores de Montalegre votarem nele.
Mas o Governo o Dr. Durão Barroso, apesar das dificuldades financeiras, vai fazer a obra. Vai rectificar os troços mais danificados.
Não vai fazer uma estrada nova, porque a quantidade de tráfego não justifica um investimento maior, e a população vai ficar servida pelo IP3 (Chaves / Vila Real) e A7 (Vila Pouca / Guimarães), obras já em execução.
Estas, são obras, que em muito vão beneficiar a região e o concelho de Montalegre.
E por esse País fora, as obras vão acontecendo.
E os Socialistas, quando no Governo, o que fizeram?
Puseram a economia do País e do Estado a beira da "banca rota".
Esbanjaram dinheiro.
Cultivaram o facilitismo, a ideia de que não é preciso trabalhar para receber um ordenado, não é preciso estudar para passar de ano, a ideia de que não é preciso pagar imposto, de que não se pagam portagens nas auto–estradas, de que não se paga o aumento do crude reflectido nos preços da gasolina e gasóleo, etc.
Certo é que esta politica é popular. Mas a vida não é assim. E tanto não é, que quando o Estado deixou de ter dinheiro para continuara a esbanjar, os socialistas abandonaram o barco.
E depois de se verem obrigados a reconhecer a sua incompetência, a sua incapacidade para governar, ficaram sem argumentos, sem palavras que justifiquem a sua sede de poder pelo poder.
Mas há uma distância muito grande entre ficar sem argumentos ou crédito político e a falta de honestidade.
O comunicado a que me refiro, revela falta de honestidade e respeito do seu autor para com a população deste concelho, em especial para com os agricultores.
E digo "o seu autor" e não "os seus autores", porque no Partido Socialista há pessoas honestas e bem formadas, que acredito, nunca permitiriam que o seu nome acompanhasse um texto como esse comunicado, se tivessem prévio conhecimento do seu conteúdo.
Porém … "quem cala consente", já assim diz o Povo.


 
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J.X.
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Turquia na UE

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October 6 2004, 1:13 PM 

Será que é inteligente a entrada da Turquia na UE?
Está é a questão central nestes próximos tempos no mundo politico de Bruxelas.
Eu pessoalmente ainda não tenho uma opnião formalizada mas não à melhor maneira para esclarecer ou formar uma ideia que ouvir outras opniões.
Quais as vantagens, quias as desvantagens, quais os riscos, etc,?

 
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Paulo
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Re: Turquia na UE

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October 11 2004, 12:42 AM 

Amigo João, a minha opnião e tu conheces-me o sufeciente para saberes o que eu poderei pensar sobre um tema destes.
A Europa tem que se abrir, para o nosso lado já chegou a água do oceano para o outro tem ainda por onde se estender.
Com certeza que que a Turquia tem que mais tarde ou mais cedo pertencer à UE. A questão é quanto tempo vai demorar. Neste momento não há condições para que isso aconteça mas estou convencido que daqui a duas decadas eles estejam dentro do projecto EUROPA.

 
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José
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Re: Turquia na UE

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October 11 2004, 3:36 PM 

TURQUIA não obrigado. São mulçumanos nunca teriamos descanço com essa gente. São fanáticos, radicais, e pouco inteligentes.
Parece-me mas inteligente virarmos-nos para a Russia.

 
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Artur
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Re: Turquia na UE

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October 20 2004, 9:33 PM 

O problema e que depois não se intalam só na Alemanha. Veem por ai fora e só param em Portugal porque depois começa o Oceano. Deixa-os lá estar tranquilos.

 
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J. X.
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Ministro holandês quer proibir por lei os pais de bater nos filhos

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November 26 2004, 9:11 PM 

O ministro Donner da Justiça da Holanda quer criar um lei que proíba os pais de bater em seus filhos. Esta declaração foi dada ao jornal Trouw em um artigo publicado hoje, contra a violência doméstica. O ministro espera que as pessoas se sintam à vontade, com base na lei, para repreender os pais que batem nas crianças, combatendo até um simples ato como tapinha nas mãos. Para conseguir isto, ele pretende aplicar a lei.

 
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João
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Holanda: deputada ameaçada de morte volta ao parlamento

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January 20 2005, 8:32 PM 

Ela está de volta com a pompa de uma verdadeira rainha. A deputada holandesa - que nasceu na Somália - Ayaan Hirsi Ali, que estava escondida em endereços secretos dentro e fora do país cerca de dois meses e meio, por ter sido ameaçada de morte por grupos radicais muçulmanos, está de volta ao parlamento. E que volta.

Tudo estava preparado para o seu retorno. O parlamento holandês virou uma verdadeira cidadela, cercada por todos os lados, numa demonstração de força e segurança jamais visto antes na Holanda, nem mesmo quando a rainha Beatriz vem fazer seu discurso anual no parlamento. Estava de volta aquela política que, sem dúvida, virou uma estrela, em sua luta contra a opressão da mulher no mundo muçulmano. Após o assassinato do cineasta Theo van Gogh, no dia dois de novembro passado (diretor do filme Submissão, que teve o roteiro e a idéia de Hirsi Ali), a deputada foi ameaçada de morte e foi levada para fora do país. Depois de todo este tempo, ontem, ela teve uma recepção digna de astro de Hollywood.

 
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Marcelo Bordalho
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O não holandês

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June 4 2005, 12:31 AM 

01 de junho de 2005

Com pesquisas indicando que cerca de 60% do eleitorado dará seu voto ao "não", os holandeses decidem hoje em plebiscito se aceitam a adoção da Constituição da União Européia. Este é o primeiro referendo da história moderna da Holanda e tem um valor meramente consultivo. Ao parlamento cabe a última palavra, mas os principais partidos já disseram que se a participação foi superior a 30 por cento vão ter em conta o resultado.

As sondagens não têm dúvidas em como a participação vai ser elevada e o "não" vai ganhar com grande margem. A Holanda, tal como a França, é um dos fundadores da União.Os defensores do "sim" à Carta têm outro motivo de preocupação além do que revelam as pesquisas: prevê-se que, com os ânimos frios em razão da rejeição à Constituição pelos franceses, muitos eleitores favoráveis à Carta nem apareçam para votar.No entanto, se menos de 30% do eleitorado do país votar -uma hipótese remota-, a situação pode mudar.

Isso porque a decisão final sobre a ratificação da Constituição ficará a cargo do Parlamento, cuja maioria é pelo "sim". E os maiores partidos -entre eles o Democrata Cristão, principal do governo- já declararam que, embora vão honrar a decisão dos eleitores se as abstenções não ultrapassarem 70%, no caso de esse número ser atingido consideram-se livres para votar como quiserem. O primeiro-ministro Jan Peter Balkenende pediu aos holandeses que defendem o "sim" para que não desanimem com a decisão francesa. Para o premiê, se seus conterrâneos já "considerarem o assunto encerrado, estarão se subestimando".

Balkenende apelou ainda aos holandeses para que aprovem a adesão à Carta, afirmando que ela não fará diminuir a influência dos países pequenos na união (a Holanda tem 4% da população do bloco). "As decisões não serão tomadas por uns poucos países", disse o premiê. A advertência de Balkenende, que disse que não irá renunciar se o "sim" perder, não é infundada, posto que a decisão francesa não enterra a possibilidade de uma Constituição para União Européia. Existe ainda a possibilidade de que o processo de ratificação seja interrompido, o projeto da Carta remodelado e, elaborada a nova proposta, ela seja levada a referendo em todos os países da comunidade. Nove dos 25 Estados-membros ratificaram a Constituição.

 
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Joaquim Fidalgo
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O País dos Reformados

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June 26 2005, 12:26 PM 

Ao menos num capítulo ninguém nos bate, seja na Europa, nas Américas ou na
Oceânia: nas políticas sociais de integração e valorização dos reformados.
Aí estamos na vanguarda, mas muito na vanguarda.

De acordo, aliás, com estes novos tempos, em que a esperança de vida é maior
e, portanto, não devem ser postas na prateleira pessoas ainda com tanto a
dar à sociedade. Nos últimos tempos, quase não passa dia sem que haja
notícias animadoras a este respeito. E nós que não sabíamos!

Ora veja-se:

o nosso Presidente da República é um reformado;
o nosso mais "mortinho por ser" candidato a Presidente da República é um
reformado;
o nosso ministro das Finanças é um reformado;
o nosso anterior ministro das Finanças já era um reformado;
o ministro das Obras Públicas é um reformado;
gestores ilustres e activíssimos como Mira Amaral (lembram-se?...) são
reformados;
o novo presidente da Galp, Murteira Nabo, é um reformado;
entre os autarcas, garantiu-o o presidente da ANMP, há "centenas, se não
milhares" de reformados;
o presidente do Governo Regional da Madeira é, entre muitas outras coisas
que a decência não me permite escrever aqui, um reformado; e assim por
diante...

Digam-me lá qual é o país da Europa que dá tanto e tão bom emprego a
reformados, que valoriza os seus quadros independentemente de já estarem a
ganhar uma pensãozita, que combate a exclusão e valoriza a experiência dos
mais (ou menos...) velhos! Ao menos neste domínio, ninguém faz melhor que
nós. Ainda hão-de vir todos copiar este nosso tão generoso "Estado
social"...

Joaquim Fidalgo
Jornalista

 
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O mundo - Suécia - P'ra onde caminhamos?

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October 15 2006, 4:23 AM 

Interessante! Dá para viver mais devagar? Já vai para 18 anos que trabalho na Volvo, na Suécia. Trabalhar com eles é uma convivência, no mínimo, interessante. Qualquer projecto aqui demora dois anos para se concretizar, mesmo que a idéia seja brilhante e simples. É regra. Então, nos processos globais, causa em nós aflitos por resultados imediatos (brasileiros, americanos, australianos, asiáticos) uma ansiedade generalizada, porém, nosso sentido de urgência não surte qualquer efeito neste prazo. Os suecos discutem, discutem, fazem "n" reuniões, ponderações...E trabalham num esquema bem mais "slow down." O pior é constatar que, no final, acaba sempre dando certo, no tempo deles, com a maturidade da tecnologia e da necessidade: bem pouco se perde aqui. Vejamos :

1. O país é do tamanho de São Paulo;
2. O país tem 2 milhões de habitantes;
3. Sua maior cidade, Estocolmo, tem 500.000 habitantes(compare com Curitiba, que tem 2 milhões);
4. Empresas de capital sueco: Volvo, Scania, Ericsson, Electrolux, ABB, Nokia, Nobel Biocare,... Nada mal, não? Pra ter uma idéia, a Volvo fabrica os motores propulsores para os foguetes da NASA. Digo para os demais nestes nossos grupos globais: os suecos podem estar errados, mas são eles que pagam nossos salários. Entretanto, vale salientar que não conheço um povo, como povo mesmo, que tenha mais cultura coletiva do que eles... Vou contar para vocês uma breve só pra dar noção. A primeira vez que fui para lá, em 90, um dos colegas suecos ia buscar-me ao hotel todas as manhãs. Era setembro, frio neve e nevasca. Chegávamos cedo à Volvo e ele estacionava o carro bem longe da porta de entrada (são 2000 funcionários de carro). No primeiro dia não disse nada, no segundo, no terceiro. Depois, com um pouco mais de intimidade, numa manhã perguntei: "Vocês tem lugar marcado para estacionar? Notei que chegámos cedo, o estacionamento vazio e você deixa o carro lá no final..." e ele respondeu-me simplesmente assim: "É que chegámos cedo, então temos tempo de caminhar - quem chegar mais tarde já vai estar atrasado, melhor que fique mais perto da porta. Você não acha?" Imaginão a minha cara?! Deu pra rever bastante os meus conceitos. Há um grande movimento na Europa hoje, chamado Slow Food. A Slow Food International Association - cujo símbolo é um caracol - tem sua base na Itália (o site é muito interessante. Visitem-no). O que o movimento Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar, saboreando os alimentos, "curtindo" seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade. A idéia é a de se contrapor ao espírito do Fast Food e ao que ele representa como estilo de vida. A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe como salientou a revista Business Week em sua última edição européia. A base de tudo está no questionamento da "pressa" e da "loucura" gerada pela globalização, pelo apelo à "quantidade do ter" em contraposição à qualidade de vida ou à "qualidade do ser". Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas, (35 horas / semana) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses. E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%. Essa chamada "slow attitude" está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do Fast" (rápido) e do "Do it Now" (faça já). Portanto, essa "atitude sem-pressa" não significa fazer menos, nem menor produtividade. Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais "qualidade" e "produtividade", com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos "stress". Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer e das pequenas comunidades. Do "local", presente e concreto, em contraposição ao "global" - indefinido e anônimo. Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé. Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais "leve" e, portanto, mais produtivo, onde seres humanos felizes fazem, com prazer, o que sabem fazer de melhor. Nesta semana, gostaria que você pensasse um pouco sobre isso. Será que os velhos ditados "Devagar se vai ao longe" ou ainda "A pressa é inimiga da perfeição" não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de desenfreada loucura? Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de "qualidade sem-pressa" até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e serviços sem a necessária perda da "qualidade do ser"? No filme "Perfume de Mulher", há uma cena inesquecível, em que um personagem cego (vivido por Al Pacino) tira uma moça para dançar e ela responde: "Não posso, porque meu noivo vai chegar em poucos minutos." "Mas em um momento se vive uma vida" - responde ele, conduzindo-a num passo de tango. E esta pequena cena é o momento mais bonito do filme. Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só alcançam quando morrem enfartados, ou algo assim. Para outros, o tempo demora a passar; ficam ansiosos com o futuro e se esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe.Tempo todo mundo tem por igual. Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por dia. A diferença é o que cada um faz do seu tempo. Precisamos saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon, "A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro". Parabéns por ter lido até o final... Muitos não irão ler esta mensagem até o final, porque não podem "perder" o seu tempo neste mundo globalizado. Pense e reflita: até que ponto vale a pena deixar de curtir sua família, de ficar com a pessoa amada, de ter um relacionamento com Deus, de ir pescar no fim de semana? Poderá ser tarde demais....

 
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