TV processa Nasa a procura de informações de Ovnis
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Hehehehe...o que o pessoal não faz por causa de marketing. Gosto muito de ficção científica e acho interessante a questão os OVNIS, mas há muita balela, ignorância científica ou, o que é pior, misticismo envolvidos na questão. Grandes cientistas e/ou escritors como Carl Sagan e Arthur Clarke, que estão sempre falando de vida extraterrestre, ao mesmo tempo sempre foram radicalmente contra esse papo de "disco voador" e de "teorias de conspiração" por parte do governo para "acobertar" os UFOS.
De qualquer maneira, o assunto é fascinante.
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Um canal de televisão dos Estados Unidos empreendeu uma singular batalha contra a Nasa, que será acionada judicialmente na próxima semana para que forneça informação relativa à objetos voadores não identificados (Ovnis).
O canal de televisão por cabo Sci-Fi, que realiza documentários que exploram a linha que separa a realidade da ficção, se aliou no ano passado a uma firma de advogados de Washington, e com John Podesta, o ex-chefe de gabinete do ex-presidente Bill Clinton, em um peculiar empenho. Trata-se de obter informação sobre o caso Roswell, um possível Ovni visto em Kecksburg, Pensilvânia, em 1965.
"A Nasa e o Departamento de Defesa continuam com seu muro de silêncio", assinalou Bonnie Hammer, presidente do Sci-Fi. "O público tem direito de saber se isto tem algo que ver ou não com os Ovnis", acrescentou Hammer.
O presidente do Sci-Fi relatou que em dezembro de 1965 os moradores de Kecksburg observaram uma bola de fogo que ia em direção a uma floresta, a aproximadamente 65 quilômetros de Pittsburg. Imediatamente a zona foi cercada pelo Exército, que enviou um grande número de helicópteros e caminhões. Os cidadãos de Kecksburg, localidade que foi inclusive colocada sob lei marcial, nunca souberam se os militares encontraram algo.
O Sci-Fi divulgará esta sexta-feira uma nova investigação sobre os fatos, que contará com as declarações de, entre outros, um especialista da Universidade de West Virginia que descobriu pistas que confirmam que a floresta sofreu nessa época o que descreveu como um "evento traumático".
O jornalista investigador Leslie Kean disse ao serviço de notícias do Sci-Fi que o especialista da Nasa Nicholas Johnson descartou que se tratasse de um satélite russo chamado Cosmos 96. Johnson assinalou que nenhum destroço desse satélite foi parar na Pensilvânia, e indicou que não poderia tratar-se de "nenhum objeto feito pelo ser humano, de nenhum país".