O tratamento de uma micose de unha é geralmente demorado e necessita, juntamente com um bom medicamento, de sua colaboração ativa e persistente.
O tratamento pode ser feito com comprimidos decompostos antimicóticos ou antifúngicos, e/ou mediante apicação de um esmalte com composto antifúngico.
Caso seu médico opte pelo tratamento com esmalte, atente para estas orientações ao tratamento de micose de unha. Estas informações são importantes sobre como usar esmaltes terapêuticos.
O crescimento de uma nova unha geralmente requer um longo tempo. Portanto tenha paciência, mesmo que decorridas algumas semanas de tratamento, e você não tenha observado nenhuma melhora aparente.
Uma unha normal e sadia, cresce cerca de 2mm por mês. Para que a sua unha doente possa recuperar-se integralmente, é preciso que você faça uso de esmalte terapêutico para unhas, com frequência constante e regular, conforme indicado pelo seu médico.
Além disso, devem haver os seguintes cuidados:
Antes da primeira aplicação do esmalte terapêutico, recomenda-se cortar a unha o mais rente possível, com alicate ou tesoura apropriada;
Com uma lixa grossa, lixar a unha o máximo possível até atingir a sua parte boa e sadia. O restante da unha ficará então mais fino. As lixas utilizadas nas unhas afetadas não devem ser utilizadas em unhas sadias;
Aplique, em seguida, uma fina camada do esmalte terapêutico sobre a unha doente, sendo suficiente uma ou duas pinceladas. Forma-se então uma fina camada de esmalte sobre a superfície da unha com micose. Para eliminar a micose é suficiente uma camada homogênea do esmalte, que não precisa ser grossa nem muito brilhante.
Uma vez por semana toda a camada de esmalte deverá ser retirada das unhas com micose, usando-se lencinho umidecido com alcool que acompanha o frasco ou com algodão embebido em removedor de esmalte.
Após limpar a unha deve-se remover da mesma, através de lixamento, todo o material estranho depositado em sua superfície.
Quando houver borragem ou descascamento da camada de esmalte na superfície da unha, é suficiente renovar o local com uma passagem de pincel com esmalte terapêutico para unhas.
A mulher preocupada com sua estética não precisa deixar de usar o esmalte cosmético para unhas de sua preferência durante o tratamento com esmalte terapêutico.
Após secagem da camada do esmalte terapêutico espalhado sobre a unha com micose, conforme orientado acima, esta camada poderá ser recoberta por outra, superposta, do esmalte cosmético, sem perda do efeito terapêutico da medicação.
Maquiagem étnica passo a passo
A maquiagem étnica tem função de iluminar o rosto e realçar a pele.
Essas dicas dão um toque especial para quem tem a pele morena
1°) Aplique o corretivo para encobrir as olheiras e imperfeições da pele. Passe a base uniformemente no rosto e pescoço com o auxilio de uma esponjinha.
2°)Realce as sombrancelhas aplicando um pouco de sombra marrom opaca com um pincel.Aproveite para pentear os fios.
3°)Passe a sombra dourada em toda a pálpebra, desde os cílios até as sobrancelhas.Para dar um charme a mais, passe um pouquinho de sombra nos cílios inferiores, bem rente ao nariz.
4º)Espalhe com um pincel mais grosso uma camada fina de pó facial, apenas na região dos olhos. No final, você vai perceber como essa parte fica mais iluminada.
5º)Passe o lápis preto rente aos cílios superiores e esfumace-o com a ajuda de um pincel. Faça isso somente na região da pálpebra superior, para dar um efeito dégradé.
6º)Aplique uma camada fina de delineador, rente aos cílios superiores.
7°)Passe o rímel preto várias vezes sempre de baixo para cima.Tome cuidado para não carregar demais a expressão dos olhos.
8º)Faça um movimento com a boca, como se fosse dar um beijo e aplique o blush na região das bochechas.
9°)Contorne a boca com lápis labial marrom, seguindo o desenho dos lábios.
10º) Esfumace bem o contorno do lápis com gloss brilhante dourado, para ficar com efeito mais natural.
Quem tem pele negra tem que tomar cuidado para não deixá-la acinzentada, e as morenas devem ficar atentas para evitar um aspecto avermelhado na face.
Evite tom rosas e invista no dourado, gloss e transparente.
Tenha a pele e cabelos bonitos, alimentando-se corretamente
A Dica
Os cosméticos ajudam, mas o brilho do seu cabelo e a qualidade da sua pele dependem, principalmente, dos nutrientes que chegam até eles por meio da alimentação. Os problemas abaixo podem ser causados pela falta de vitaminas e minerais. Selecione uma opção e conheça os alimentos que você precisa ingerir e os que você deve evitar.
Acne
Não existe estudo científico comprovando a relação entre a ingestão de determinados alimentos e o surgimento de acne. Algumas pessoas, no entanto, apresentam sensibilidade e ganham uma espinha aqui e ali ao comer chocolate, doces, refrigerantes e pratos gordurosos. Se esse é o seu caso, tente controlar a gula
O que faz bem: alimentos que contêm vitamina A e betacaroteno (que se transforma em vitamina A no organismo) melhoram o funcionamento das células da pele.
Onde encontrar: produtos de origem animal, como leite integral, fígado e ovos, são boas fontes de vitamina A, mas não abuse porque eles também apresentam níveis elevados de colesterol. O mais indicado é consumir alimentos com betacaroteno.
São eles: vegetais e frutas: espinafre, brócolis, agrião, rúcula, almeirão, cenoura, abóbora, manga, mamão, beterraba, batata-doce.
O que faz mal: doces, chocolate e refrigerantes porque o açúcar (transformado em glicose no organismo) chega muito rapidamente no sangue o que tende a aumentar a produção de gordura na pele. Da mesma forma, queijos muito gordurosos (como provolone), frituras e óleo em excesso podem piorar a acne.
Pele ressecada
Os cremes ajudam porque dificultam a perda de líquidos e devolvem às células superficiais da pele uma parte do que se foi com a urina e transpiração. Mas eles de nada adiantam se você não beber uma quantidade suficiente de água. Para funcionar, as células da pele usam, principalmente, o líquido que vem da alimentação. Na falta dela o resultado é o ressecamento.
Quantidade diária: é preciso beber, no mínimo, seis a oito copos médios de água para repor o que o organismo perde. À temperatura ambiente de 20 graus centígrados, um adulto perde por dia em média 2,3 litros (nove copos médios) de líquido: 1,4 litro é eliminado pela urina, 100 mililitros pelo suor, outros 100 mililitros pelas fezes, 350 mililitros por meio da respiração, e evaporam através da pele mais 350 mililitros.
Para manter o bom funcionamento do organismo, é preciso repor essa água ingerindo seis copos (1,5 litro) todos os dias. Os 800 mililitros que faltam são obtidos dos alimentos. Essas quantidades podem variar. Em um dia quente, por exemplo, elimina-se 1,3 litro a mais pelo suor, e durante exercícios chega-se a perder 5 litros.
Em casos como esses, de eliminação acentuada de líquidos, o corpo ativa o mecanismo da sede. Assim que o volume de água no sangue diminui, o cérebro detona a sensação de sede. Ao mesmo tempo, há liberação de um hormônio que diminui a diurese para economizar água, e a urina fica mais concentrada e escura.
Quando o intestino funciona bem, a urina é normal e a sede não é constante, é sinal de que a quantidade de água ingerida está sendo adequada.
O que faz bem: a água de coco tem poder hidratante maior que a água comum, pois contém sódio, cloro e potássio (chamados de eletrólitos essenciais, esses minerais são responsáveis pelo equilíbrio de líquidos no organismo).
Frutas muito suculentas, como melancia, abacaxi, pêra, laranja e limão e certos legumes e verduras, entre eles chuchu, abobrinha, cenoura, berinjela, espinafre, couve-flor, brócolis, alface, tomate e pepino, também fornecem boa quantidade de água.
O que segura água: alimentos muito ricos em potássio, verduras, legumes e frutas cruas, feijão e carne são verdadeiros ladrões de água. Enquanto o sódio e o cloro seguram a água dentro das células, o potássio "puxa-a" para fora. Pratos muito salgados, como feijoada, também costumam roubar água.
Queda de cabelo
Queda de cabelo Você pode não perceber, mas é normal perder, em média, 100 fios de cabelo todos os dias. Se a perda é maior do que isso, fique atento: algo pode estar errado com a sua alimentação. Para ser renovado, o cabelo precisa de uma proteína, a queratina, responsável pela formação dos fios.
O que faz bem: carne, soja e cereais ingeridos em conjunto com uma leguminosa (essa combinação abastece o corpo com todos os aminoácidos). Bons exemplos são: milho (ou arroz) e feijão, trigo e grão-de-bico, arroz e ervilha, e alimentos ricos em zinco, como carne vermelha, ovos, frutos do mar, iogurte, germe de trigo.
O que faz mal: quantidade insuficiente de proteína. Carne, leite, queijos e ovos são as melhores fontes de proteína porque fornecem os nove aminoácidos essenciais ao organismo. Outro nutriente que não pode faltar é o zinco. Uma dieta pobre nesse micronutriente pode detonar queda de cabelo. O excesso de vitamina A também é perigoso. Portanto, só tome suplementos sob orientação médica.
Pele e cabelo oleosos
Pele e cabelo oleosos O excesso de gordura na dieta é responsável não só pelo ganho de peso, mas também pode deixar sua pele e cabelo mais oleosos, já que existe um volume maior de gordura nas células. Mas a razão dietética não é a única culpada. A oleosidade excessiva pode ser decorrente também de alterações hormonais ou de maior quantidade de glândulas sebáceas.
O que faz bem: não há alimentos específicos com ação adstringente. Sabe-se que os betacarotenos (precursores da vitamina A) são bons coadjuvantes no combate à oleosidade excessiva. Alguns alimentos ricos em betacaroteno: espinafre, brócolis, agrião, rúcula, almeirão, cenoura, abóbora, manga, mamão, beterraba e batata-doce.
O que faz mal: excesso de óleo na preparação dos pratos, manteiga ou margarina, frituras, açúcar e álcool (que estimulam a produção de gordura). Amendoim, coco e abacate podem também devem ser evitados
Envelhecimento da pele
Envelhecimento da pele O excesso de radicais livres (moléculas instáveis geradas a partir de reações metabólicas do próprio organismo) provoca estragos nas células do corpo, inclusive nas da pele, levando ao envelhecimento.
"Certas vitaminas e minerais têm ação antioxidantes e conseguem neutralizar os radicais livres", afirma a nutricionista Soraia Covelo Goulart, do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo.
O que faz bem: vitaminas A, C e E e os minerais zinco, cobre, selênio e magnésio. Melhores alimentos: produtos de origem animal, como leite integral, fígado e ovos, oferecem boa quantidade de vitamina A. Frutas cítricas, como laranja, mexerica, abacaxi, acerola, kiwi contém vitamina C. Cereais integrais, grãos, nozes, óleos vegetais, germe de trigo são as principais fontes de vitamina E.
Fígado, germe de trigo, frutos do mar, grãos, carne e leite possuem zinco. Outra vez o fígado, crustáceos, moluscos, nozes, ostras, frutas e legumes secos são as melhores fontes naturais de cobre. Já o selênio é encontrado na cebola, tomate, brócolis, germe de trigo e fígado. Carnes, leite, cereais integrais, vegetais verdes e legumes são ricos em magnésio.
O que faz mal: dieta desequilibrada, pobre em grãos, frutas, verduras e legumes
Piercing e seus cuidados
Quem está pensando em aderir à moda deve procurar um profissional de confiança e cuidar adequadamente do local até a cicatrização. E, claro, pensar muito bem onde colocar o adereço.
A moda do piercing pegou de verdade e está se tornando cada vez mais popular. Antigamente, quem usava um dos seus variados modelos (argola, labret bolinha, barbel, captive, alargador, banana...) costumava ser discriminado. Hoje é comum encontramos adolescentes, jovens e adultos que têm ou pensam em colocar um brinquinho pendurado em algum lugar inusitado –
umbigo, nariz, sobrancelha, lábios, língua... O adorno, no entanto, pode ser transformado num problema de saúde se o candidato não tiver cuidados de higiene durante a colocação e a cicatrização.
Vaidade dolorida
“Quando a pessoa fura a pele, abre caminho para uma série de impurezas penetrarem no local”, avisa a dermatologista Denise Steiner, de São Paulo. A partir daí, a área fica vulnerável a inflamações.
O dermatologista Eduardo Lacaz Martins, médico-assistente da Faculdade de Medicina do ABC acrescenta que também pode haver a formação de quelóides (cicatriz exagerada). Aliás, as pessoas que têm predisposição ao problema devem esquecer o piercing, porque o resultado estético não é nada bonito.
Mais radical, o dentista Olympio Faissol, do Rio de Janeiro, é totalmente contra o uso de piercing, especialmente na língua. “É um local muito vascularizado e um furo abre as portas para infecções graves”, alerta dr. Faissol.
Ele acrescenta: “Se o objeto não for de ouro, de platina ou de uma liga de 85% dos dois elementos o risco é ainda maior. O objeto pode causar reações químicas no organismo e até levar à morte.”
Higiene e cuidados
Escolher um bom body piecer – profissional que faz o furo – é o ponto de partida para evitar arrependimento. Ele deve usar material descartável (cuidado com o vírus da Aids e da hepatite C), além de trabalhar num espaço totalmente higienizado.
O dermatologista Eduardo Lacaz Martins orienta para o passo seguinte: “O local do furo deve ser muito bem limpo até a sua cicatrização, o que, dependendo da região pode demorar meses. O uso de antibióticos locais também é conveniente.”
Outras recomendações são: evitar o atrito com roupa ou travesseiro, ficar longe do sol, não entrar na piscina, no mar ou na sauna e movimentar o piercing para que não cicatrize junto com a pele, além de ficar atento a qualquer sinal de infecção. É normal a região ficar dolorida nos primeiros dias. Mas se a dor aumentar, procure um médico.
Tipos e riscos dos piercings
Dependendo do local em que é colocado, o adereço pode oferecer maior ou menor risco
Língua
Risco de infecção: muito grande. O local é muito vascularizado, por isso de difícil cicatrização, tornando-se uma porta aberta para infecção.
Mamilo
Risco de infecção: moderado. É preciso tomar cuidado com o atrito da roupa, que pode causar irritação.
Nariz
Risco de infecção: grande. O local é úmido e está permanentemente em contato com a poluição.
Orelha
Risco de infecção: moderado. A orelha está sempre exposta à ventilação e é fácil de limpar.
Sobrancelha
Risco de infecção: grande. Como muitas pessoas se esquecem de enxugar bem a região, ela fica úmida e exposta a bactérias.
Umbigo
Risco de infecção: grande. O atrito da pele e das roupas podem trazer infecções e dificuldade na cicatrização.
Mensagem enviada Jul 19, 2008, 11:46 AM do endere�o IP 201.51.142.214