Era uma vez...

by Anonymous

 
Era uma vez, um amor tão grande, que pode superar até o tempo, é assim que começa a nossa história, quando um fazendeiro rico chamado D. Manuel de Oliveira Prado, se apaixona desesperadamente por uma doce e linda camponesa chamada Vitória. D. Manoel dono de belos olhos verdes, e de expressão frágil, era também um homem, meigo e muito nobre, mas por causa de sua doença era constantemente dominado por sua mãe, que com medo de que seu filho se casasse realmente com uma camponesa, mentiu para ele dizendo que esta havia ido embora com um de seus peões. Pois sua mãe tinha dito a Vitória que a mesma, não importava mais para Manoel e que deveria ir embora para o bem dela.
Pobre menina com então pouco menos de 18 anos, e sozinha nas estradas pensando que seu grande amor a tinha abandonado, sem poder lhe contar que esperava um filho seu, passou fome e muito frio até que encontrou abrigo na casa D. Henrique e sua amada esposa Lívia, o casal era feliz e estavam contentes e ansiosos com a vinda do primeiro filho, quando souberam que Vitória estava esperando um filho as duas mulheres decidiram criá-los juntas. Mas o destino ás vezes é muito cruel e marca a gente como se fosse uma cicatriz, fazendo com que a vida de Lívia aquela mulher tão boa de traços gentis, e uma pele alva, fosse se consumindo como uma chama de vela acesa que estivesse se apagando aos poucos, deixando para trás sua filha apenas recém nascida.
Mônica cresceu mimada por todos inclusive pela sua querida “Ba” como chamava Vitória, tinha uma beleza indomável, era bela como a mãe, apesar dos seus 12 anos de idade e tinha os olhos azuis como os dela, motivo pelo qual seu pai não conseguia olha-lá fixamente. Nessa época D. Henrique tinha se descuidado da fazenda e esta não mais prosperava como antes por causa do sofrimento que a morte de Lívia tinha lhe causado.
Enquanto isso o filho de Vitória, João nome dado em homenagem a João Batista crescia forte e com o gênio dos diabos, como a mãe, do pai tinha puxado os olhos cor de esmeralda e a nobreza e é claro o gosto pelas mulheres bonitas, pois cada vez que ele a olhava Mônica parecia até que o dia ficava mais bonito, embora Mônica não quisesse saber dele ou pelo menos fingisse isso.
(No celeiro)
M:_ João, coloque a sela para dois cavalos?
J:_O seu pai e a senhorita vão ir cavalgar?
M:_Não, meu pai não pode hoje, por isso quem vai comigo é o meu primo Gustavo.
J:_Aquele imbecil?
M:_ Gustavo não é nenhum imbecil e ande que eu quero andar com a Estrela.
J:_Em primeiro lugar você não é ninguém para me para me dar ordens.
M:_È claro que não, sou somente a filha do dono da fazenda. Preciso ser mais clara?
J:_ Não, Senhorita




Mensagem enviada Jun 6, 2006, 12:20 PM
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